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Entre Bombas e Narrativas: A Suposta Captura de Maduro Acende o Alerta Global sobre Poder, Liberdade e Soberania


Por: Nilson Carvalho

 

O mundo acordou em choque com uma notícia explosiva: segundo uma postagem do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, as forças norte-americanas teriam realizado um ataque em grande escala contra a Venezuela e capturado o presidente Nicolás Maduro e sua esposa. A informação, divulgada nas redes sociais, caiu como uma bomba no cenário internacional — mas também levantou uma pergunta urgente: onde termina o fato e começa a propaganda de guerra?

 

Em tempos de redes sociais dominando a política global, uma declaração não confirmada pode incendiar nações inteiras. Trump afirma que Maduro foi retirado do país após a ofensiva militar. Do outro lado, o governo venezuelano reagiu decretando estado de emergência, convocando o povo e as forças armadas para defender a soberania nacional e classificando a ação como “ataque imperialista”.

 

O ponto central que o povo precisa entender: até o momento, não há confirmação independente e oficial de organismos internacionais que comprove a captura de Maduro. O que existe é um conflito de narrativas, onde a verdade vira arma e a desinformação pode matar tanto quanto mísseis.

 

O que está realmente em jogo?

 

Não se trata apenas de Maduro, Trump ou Venezuela. Trata-se de precedentes perigosos. Se uma potência mundial pode anunciar a captura de um chefe de Estado estrangeiro pelas redes sociais, o mundo entra numa zona cinzenta onde a democracia vira espetáculo e a soberania passa a ser opcional.

 

Para o povo simples — seja na Venezuela, no Brasil ou em qualquer canto do planeta — o impacto é sempre o mesmo:

 

mais instabilidade,

 

mais medo,

 

mais fome,

 

menos liberdade.

 

Ditaduras não servem ao povo. Mas intervenções armadas travestidas de libertação também não. A história já mostrou que bombas não constroem democracia, e que “salvadores da pátria” internacionais quase sempre deixam rastros de sangue, pobreza e dependência.

 

Liberdade não nasce da tirania

 

O povo precisa de voz, dignidade e direito de escolher seus caminhos — não de ditadores internos nem de imperadores externos. A verdadeira libertação vem da consciência política, do respeito entre as nações e do fortalecimento das instituições, não da força bruta.

 

 Liberdade não se impõe com tanques, nem se sustenta com mentiras. O povo precisa de justiça, não de tirania — venha ela de dentro ou de fora. Compartilhe, reflita e faça sua voz ecoar.

 

Foto: Internet


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