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QUANDO A MEMÓRIA DO POVO É RECONHECIDA, O JORNALISMO VIRA PATRIMÔNIO

 Existem reconhecimentos que não cabem em molduras. Eles atravessam fronteiras, tocam a alma e reafirmam o sentido da caminhada. Receber a Certificação de Patrimônio do Acervo Cultural Jornalístico pela República Alternativa Cultural, de Recife–Pernambuco, é mais do que uma honraria: é a confirmação de que a palavra comprometida com o povo tem valor, eco e permanência.

 

Meu profundo agradecimento à República Alternativa Cultural, na pessoa do Mestre Dr. Bruno Alves Feitosa, referência internacional na preservação da memória, das tradições e da cultura viva. Ser reconhecido por uma entidade respeitada no Brasil e no mundo, fora da Bahia, é uma emoção que carrego com humildade, gratidão e senso de responsabilidade.

 

Esse certificado não celebra apenas um nome. Ele reconhece uma trajetória construída com luta, sensibilidade social e compromisso com a verdade. Um jornalismo que não se curva ao silêncio, que dá voz aos invisibilizados e transforma informação em consciência. Quando o trabalho é feito com alma, ele ultrapassa territórios e se transforma em legado.

 

Recebo essa certificação como incentivo, força e chamado para continuar trilhando o caminho do jornalismo que provoca, denuncia, educa e preserva a história do nosso povo. Gratidão, Mestre Bruno. Gratidão à República Alternativa Cultural. Gratidão à vida por permitir que a luta valha a pena.

 

✨ Que nunca nos falte coragem para registrar a verdade, nem ousadia para defender a memória coletiva. Cultura salva, jornalismo liberta.

 

 Comente, compartilhe e levante essa discussão. O silêncio também mata.


✍🏽 Por: Nilson Carvalho


Fotos: Papo de Artista Bahia



 
 
 

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