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Perigo Eminente: 85 Segundos para o Fim: o Relógio do Juízo Final Aperta e a Humanidade Brinca com o Próprio Destino

Nunca estivemos tão perto do abismo. O Relógio do Juízo Final, criado por cientistas para alertar o mundo sobre riscos extremos à humanidade, marca agora 85 segundos para a meia-noite — o menor tempo já registrado desde a sua criação, em 1947. Traduzindo para uma linguagem simples: o planeta está perigosamente próximo de um colapso global.

 

Esse relógio não mede o tempo comum. Ele mede nossas escolhas.

 

O que significa chegar a zero?

 

Quando o relógio chega à meia-noite, o significado é claro e assustador: uma catástrofe irreversível, como uma guerra nuclear em grande escala ou uma mudança climática tão extrema que inviabilize a vida humana. Não é ficção científica. É ciência, dados e alertas feitos por alguns dos maiores especialistas do mundo — incluindo ganhadores do Prêmio Nobel.

 

A presidente do Bulletin of Atomic Scientists, Rachel Bronson, foi direta: “Se o relógio chegar à meia-noite, significa que a humanidade falhou.”

 

Por que o tempo está diminuindo?

 

Os cientistas apontam vários fatores que empurraram os ponteiros para tão perto do fim:

 

Tensões geopolíticas crescentes, especialmente envolvendo os Estados Unidos, Rússia, Irã e Israel;

 

Ameaças nucleares sem acordos sólidos de controle, aumentando o risco de conflitos devastadores;

 

Uso irresponsável da Inteligência Artificial, que vem sendo usada para espalhar desinformação, manipular opiniões e enfraquecer democracias;

 

Crise climática ignorada, com eventos extremos cada vez mais frequentes e governos que seguem empurrando soluções com a barriga.

 

Antes, o foco era apenas a bomba atômica. Hoje, o perigo é múltiplo, combinado e silencioso. O colapso não virá de um único botão, mas da soma das irresponsabilidades.

 

E o povo, onde entra nisso?

 

Engana-se quem acha que esse debate é distante da realidade. Quem mais sofre com guerras, crises climáticas e colapsos sociais é o povo pobre. Falta comida, água, moradia, segurança. Enquanto líderes disputam poder, quem paga a conta é a população.

 

Quando o mundo investe em armas, deixa de investir em educação, saúde, ciência e políticas públicas. O relógio não anda sozinho — ele é empurrado por decisões políticas, econômicas e morais.

 

Ainda há tempo?

 

Sim. E é exatamente por isso que o relógio existe: para alertar, provocar e despertar. Ele não anuncia o fim como sentença, mas como aviso. Um pedido urgente para que a humanidade escolha cooperação em vez de conflito, verdade em vez de mentira, cuidado em vez de ganância.

 

A gentileza, o diálogo, a responsabilidade coletiva e a pressão popular por líderes comprometidos com a vida também são formas de atrasar esse relógio.

 

O fim do mundo não começa com uma explosão, mas com a indiferença. Comente, compartilhe e levante essa discussão. O silêncio também mata.

 

Por: Nilson Carvalho

 

Foto: Internet


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