Perigo Eminente: 85 Segundos para o Fim: o Relógio do Juízo Final Aperta e a Humanidade Brinca com o Próprio Destino
- Nilson Carvalho

- há 4 horas
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Nunca estivemos tão perto do abismo. O Relógio do Juízo Final, criado por cientistas para alertar o mundo sobre riscos extremos à humanidade, marca agora 85 segundos para a meia-noite — o menor tempo já registrado desde a sua criação, em 1947. Traduzindo para uma linguagem simples: o planeta está perigosamente próximo de um colapso global.
Esse relógio não mede o tempo comum. Ele mede nossas escolhas.
O que significa chegar a zero?
Quando o relógio chega à meia-noite, o significado é claro e assustador: uma catástrofe irreversível, como uma guerra nuclear em grande escala ou uma mudança climática tão extrema que inviabilize a vida humana. Não é ficção científica. É ciência, dados e alertas feitos por alguns dos maiores especialistas do mundo — incluindo ganhadores do Prêmio Nobel.
A presidente do Bulletin of Atomic Scientists, Rachel Bronson, foi direta: “Se o relógio chegar à meia-noite, significa que a humanidade falhou.”
Por que o tempo está diminuindo?
Os cientistas apontam vários fatores que empurraram os ponteiros para tão perto do fim:
Tensões geopolíticas crescentes, especialmente envolvendo os Estados Unidos, Rússia, Irã e Israel;
Ameaças nucleares sem acordos sólidos de controle, aumentando o risco de conflitos devastadores;
Uso irresponsável da Inteligência Artificial, que vem sendo usada para espalhar desinformação, manipular opiniões e enfraquecer democracias;
Crise climática ignorada, com eventos extremos cada vez mais frequentes e governos que seguem empurrando soluções com a barriga.
Antes, o foco era apenas a bomba atômica. Hoje, o perigo é múltiplo, combinado e silencioso. O colapso não virá de um único botão, mas da soma das irresponsabilidades.
E o povo, onde entra nisso?
Engana-se quem acha que esse debate é distante da realidade. Quem mais sofre com guerras, crises climáticas e colapsos sociais é o povo pobre. Falta comida, água, moradia, segurança. Enquanto líderes disputam poder, quem paga a conta é a população.
Quando o mundo investe em armas, deixa de investir em educação, saúde, ciência e políticas públicas. O relógio não anda sozinho — ele é empurrado por decisões políticas, econômicas e morais.
Ainda há tempo?
Sim. E é exatamente por isso que o relógio existe: para alertar, provocar e despertar. Ele não anuncia o fim como sentença, mas como aviso. Um pedido urgente para que a humanidade escolha cooperação em vez de conflito, verdade em vez de mentira, cuidado em vez de ganância.
A gentileza, o diálogo, a responsabilidade coletiva e a pressão popular por líderes comprometidos com a vida também são formas de atrasar esse relógio.
O fim do mundo não começa com uma explosão, mas com a indiferença. Comente, compartilhe e levante essa discussão. O silêncio também mata.
Por: Nilson Carvalho
Foto: Internet







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