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INTOLERÂNCIA RELIGIOSA: QUANDO O ÓDIO TENTA CALAR A FÉ, MAS NÃO CONSEGUE MATAR A ESPERANÇA

  • Foto do escritor: Nilson Carvalho
    Nilson Carvalho
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  • 1 min de leitura

A intolerância religiosa não começa com gritos. Ela nasce no olhar torto, na piada disfarçada, no julgamento silencioso que machuca mais do que palavras. Ela fere a alma, nega o direito de existir e tenta apagar histórias que carregam séculos de resistência, fé e identidade.


Atacar a crença do outro é atacar sua dignidade. É esquecer que a fé, seja qual for o nome que receba, nasce da necessidade humana de encontrar sentido, força e consolo. Nenhuma religião ensina o ódio — o ódio é aprendido quando o respeito é esquecido.


Vivemos tempos em que muitos querem impor sua verdade como se fosse a única, esquecendo que Deus, o sagrado, o divino — ou como cada um prefere chamar — não cabe na intolerância, nem se manifesta pela violência. Onde existe perseguição, não existe fé. Onde existe preconceito, não existe amor.

 

Silenciar diante da intolerância é permitir que ela cresça. Fingir que não vê é escolher um lado. E o lado do silêncio sempre favorece o agressor.

 

Que este texto não seja apenas lido, mas sentido. Que ele incomode, provoque e desperte consciências. Porque respeitar a fé do outro é um ato de humanidade — e humanidade não se negocia.


👉 Comente, compartilhe e levante essa discussão. O silêncio também mata.


Por: Nilson Carvalho

 

Foto: Internet


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