🚨 UM GRITO POR VIDA: QUANDO A REGULAÇÃO ATRASA, A DOR NÃO ESPERA
- Nilson Carvalho

- há 15 horas
- 1 min de leitura

Há histórias que não pedem aplausos. Pedem urgência.
A de Daniela Barbosa Sousa é uma delas.
Internada em uma UPA da Gleba A, Daniela enfrenta dias de dor e incerteza. O diagnóstico assusta: pedra no rim, gordura no fígado e uma infecção urinária identificada após a internação — uma infecção que, segundo a médica, inspira cuidados. O que ela precisa agora não é luxo, nem privilégio. É regulação imediata para realizar um ultrassom abdominal dentro da rede hospitalar, com segurança, acompanhamento e, se necessário, cirurgia no mesmo local.
A família vive o medo que muitas famílias brasileiras conhecem bem: tirar a paciente do hospital para um exame particular pode ser um risco. O exame não é o problema — a espera é. Enquanto a burocracia empurra, o corpo sente. Enquanto o sistema demora, a dor avança.
Este não é um caso isolado. É o retrato de um sistema que, quando falha, adoece junto com o paciente. A regulação não pode ser um labirinto quando há gente sangrando por dentro, febre, infecção e angústia. Saúde não pode esperar carimbo.
Daniela está internada. Precisa de atenção. Precisa de resposta. Precisa de humanidade.
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Por: Nilson Carvalho / Malu Araújo
Foto: Gileno Amigo








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