Ferrovia Salvador–Feira de Santana: o trem que pode acelerar a Bahia e impulsionar o povo
- Nilson Carvalho
- 7 de ago.
- 2 min de leitura

Por Nilson Carvalho – Jornalista, Embaixador dos Direitos Humanos e da Cultura, Defensor do Patrimônio Histórico e Cultural Brasileiro
Chegou a hora de sacudir o cenário da mobilidade e do desenvolvimento na Bahia! A nova ferrovia Salvador–Feira de Santana está saindo dos trilhos da ideia e ganhando força para transformar vidas — e não só empresas.
O projeto, batizado de Trem Intercidades pela TIC Bahia, promete ligar as duas cidades em apenas 35 minutos, com extensão de 98 km, trens de alta velocidade (160 km/h para passageiros e 120 km/h para cargas) e 10 paradas estratégicas, da capital ao interior
O Brasil precisa entender isso:
É para quem não pode pagar gasolina ou ficar horas na estrada: 23 milhões de viagens por ano previstas, mudando a vida de quem precisa se deslocar todo dia
É trabalho que vem junto com os trilhos: mais de 10 mil empregos diretos e 50 mil indiretos, desde quem opera até quem vende o cafezinho na estação
Movimento Econômico
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É cidade crescendo com dinheiro girando: impacto estimado de R$ 73 bilhões só na Região Metropolitana de Salvador e mais R$ 17 bilhões em Feira e região industrial
É o presente e o futuro digital juntos: integração com metrô, VLT e rodoviárias, além de melhor logística para os produtos que saem da Bahia e chegam ao litoral
Mas e o povo, ganha o quê?
Economia no bolso: menos dinheiro com transporte e tempo perdido no trânsito.
Qualidade de vida: mais tempo com a família, menos estresse, mais segurança.
Catalisar oportunidades: moradores perto das estações podem ver comércio, escolas, saúde e cultura chegando de verdade.
Rumo à justiça social sobre trilhos
Como ativista social, lembro: o trem não é só para turbinar negócios — ele pode ser ponte de equidade. Quando o movimento começa a atingir o cidadão comum, especialmente quem sofre com as falhas do transporte rodoviário, a mudança vira real. Mas para isso, precisamos de transparência, tarifas justas e participação popular em cada etapa.
Não é simples desfile de modernização — é oportunidade de reescrever a história do nosso Estado.
"Se o trem não passar pelos trilhos do povo, a Bahia continua parado. Que os trilhos nos levem juntos rumo a uma Bahia mais justa, mais conectada e menos desigual."
Compartilhe esta matéria! Deixe que o grito das comunidades chegue em Brasília — e a gente que segure o trem vai acelerar com a sua voz.
Foto: Internet
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