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Do Lixo ao Luxo: A Tela que o Mundo Jogou Fora Agora Leva Arembepe para a Europa

“A gentileza não faz barulho, mas transforma o mundo de quem dá e de quem recebe.”

 

Aqui é a jornalista Malu Araújo, da TVBahia3, levando até você mais do que uma notícia: uma história que emociona, provoca reflexão e prova que a arte pode ser uma poderosa ferramenta de transformação social e ambiental.

 

O que antes era apenas uma tela de TV abandonada no lixo, hoje se transforma em uma obra de arte que encanta, conscientiza e ganha o mundo. Pelas mãos sensíveis e visionárias do artista plástico Nilson Carvalho, criador do projeto “Do Lixo Para o Luxo”, o descarte vira beleza, o esquecimento vira valor e o que era problema ambiental se transforma em solução criativa.

 

A Bahia agora será representada em um Festival Italiano de Artes, Cultura e Sustentabilidade no Século XXI por um nome que já é referência quando o assunto é reciclagem com propósito. Conhecido como o Mestre da Reciclagem e Sustentabilidade, Nilson mostra, na prática, que sustentabilidade não é discurso bonito — é atitude concreta.

 

A obra apresentada retrata Arembepe, na Costa de Camaçari, não apenas como paisagem, mas como identidade viva. Os barcos ancorados no mar calmo, a areia moldada pelas ondas e os coqueiros que guardam histórias de gerações revelam um território de resistência cultural, memória afetiva e profunda ligação com a natureza.

 

Cada pincelada carrega uma mensagem clara: o lixo não é o fim, é o começo de uma nova história.

 

Esse trabalho nasce e se fortalece na Associação Artes Pra Todas as Idades (APTI) e em diversas associações de bairros, onde crianças, jovens, adultos e idosos encontram na arte uma forma de inclusão, educação ambiental, geração de renda e, principalmente, esperança. Ali, reciclar não é apenas reaproveitar materiais — é resgatar dignidade.

 

Em um mundo sufocado pelo consumo excessivo e pela indiferença, iniciativas como essa nos lembram que transformar o lixo em arte é também reciclar a alma da sociedade. Uma ação silenciosa, mas poderosa, que agora atravessa o mar e leva a força do povo baiano para o cenário internacional.

 

Arembepe não será apenas vista na Europa. Ela será sentida.

Porque quem contempla essa obra entende: preservar o meio ambiente é preservar a própria história.

 

Quando transformamos o que foi descartado em arte, mostramos ao mundo que ainda há futuro — e ele começa com consciência.

 

Comente, compartilhe e levante essa discussão. O silêncio também mata.


Por: Malu Araújo – Jornalista | TVBahia3


Foto e vídeo: APTI


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