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🌊🚨 VENENO NO MAR? Líquido misterioso aparece em praia de Salvador e peixes surgem mortos: quem paga essa conta é o povo!

Por: Nilson Carvalho

Papo de Artista Bahia – A Voz da Cultura e Fiscal do Povo

 

Mais uma vez o Nordeste sangra…

E dessa vez, o grito vem do mar.

 

Na praia de Praia de São Tomé de Paripe, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, um líquido de coloração azul e amarela surgiu na areia. Dias depois, peixes começaram a aparecer mortos. Siris. Filhotes. Espécies lutando para sobreviver.

 

Moradores denunciam. Filmam. Questionam.

“Olha esse produto aqui. O que é isso?”

A pergunta ecoa como um pedido de socorro.

 

Filho de pescador, o motorista Atan Gama, conhecido como Atan Uber, fez um alerta forte: há filhotes de peixe morrendo, há líquido verde subindo da areia quando se cava. Segundo ele, a situação é desrespeito com pescadores e marisqueiras que dependem do mar para sobreviver.

 

E aqui está o ponto que ninguém pode ignorar:

 

🌊 Quando o mar adoece, a economia local adoece junto.

🐟 Quando o peixe morre, falta alimento na mesa.

👩🏾‍🌾 Quando a marisqueira não pode trabalhar, falta sustento em casa.

 

Não é apenas uma questão ambiental.

É social. É econômica. É humana.

 

O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) informou que está investigando, realizando coleta de material e análises técnicas. A população pode denunciar pelo Disque Denúncia 0800 071 1400, com anonimato garantido.

 

Mas enquanto o laudo não sai…

Enquanto a investigação continua…

Quem vive do mar faz o quê?

 

Moradores suspeitam que um pó químico teria sido liberado na água, mas isso ainda não foi confirmado oficialmente. E é justamente por isso que a transparência é fundamental. Porque quando a informação demora, o medo cresce. E quando o medo cresce, a confiança morre.

 

A pergunta é simples e direta:

 

Estamos protegendo nosso povo ou esperando virar tragédia maior?

Vamos esperar atingir banhistas? Crianças? Turistas?

 

O mar não é depósito industrial.

O mar é sustento.

O mar é cultura.

O mar é vida.

 

Se for comprovada contaminação, é preciso responsabilização. Se não houver contaminação, é preciso esclarecer com urgência para tranquilizar a população. O que não pode é o silêncio.

 

Porque no Nordeste, quando o mar chora, é o povo que sofre primeiro.

 

“Você acha que isso está certo?”

 

Comente. Compartilhe. Levante essa discussão.

O silêncio também mata.

 

Foto: Internet


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