🌊🚨 VENENO NO MAR? Líquido misterioso aparece em praia de Salvador e peixes surgem mortos: quem paga essa conta é o povo!
- Nilson Carvalho

- há 9 horas
- 2 min de leitura

Por: Nilson Carvalho
Papo de Artista Bahia – A Voz da Cultura e Fiscal do Povo
Mais uma vez o Nordeste sangra…
E dessa vez, o grito vem do mar.
Na praia de Praia de São Tomé de Paripe, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, um líquido de coloração azul e amarela surgiu na areia. Dias depois, peixes começaram a aparecer mortos. Siris. Filhotes. Espécies lutando para sobreviver.
Moradores denunciam. Filmam. Questionam.
“Olha esse produto aqui. O que é isso?”
A pergunta ecoa como um pedido de socorro.
Filho de pescador, o motorista Atan Gama, conhecido como Atan Uber, fez um alerta forte: há filhotes de peixe morrendo, há líquido verde subindo da areia quando se cava. Segundo ele, a situação é desrespeito com pescadores e marisqueiras que dependem do mar para sobreviver.
E aqui está o ponto que ninguém pode ignorar:
🌊 Quando o mar adoece, a economia local adoece junto.
🐟 Quando o peixe morre, falta alimento na mesa.
👩🏾🌾 Quando a marisqueira não pode trabalhar, falta sustento em casa.
Não é apenas uma questão ambiental.
É social. É econômica. É humana.
O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) informou que está investigando, realizando coleta de material e análises técnicas. A população pode denunciar pelo Disque Denúncia 0800 071 1400, com anonimato garantido.
Mas enquanto o laudo não sai…
Enquanto a investigação continua…
Quem vive do mar faz o quê?
Moradores suspeitam que um pó químico teria sido liberado na água, mas isso ainda não foi confirmado oficialmente. E é justamente por isso que a transparência é fundamental. Porque quando a informação demora, o medo cresce. E quando o medo cresce, a confiança morre.
A pergunta é simples e direta:
Estamos protegendo nosso povo ou esperando virar tragédia maior?
Vamos esperar atingir banhistas? Crianças? Turistas?
O mar não é depósito industrial.
O mar é sustento.
O mar é cultura.
O mar é vida.
Se for comprovada contaminação, é preciso responsabilização. Se não houver contaminação, é preciso esclarecer com urgência para tranquilizar a população. O que não pode é o silêncio.
Porque no Nordeste, quando o mar chora, é o povo que sofre primeiro.
“Você acha que isso está certo?”
Comente. Compartilhe. Levante essa discussão.
O silêncio também mata.
Foto: Internet




Comentários