🎨 UMA TARDE, UMA NOITE, UMA VIDA DE SONHOS REALIZADOS: NILSON CARVALHO E A ARTE QUE TOCOU CORAÇÕES NA UNIFAMEC!

Entre lágrimas de gratidão, abraços sinceros e a força da ancestralidade, o artista plástico viveu em Camaçari um dos capítulos mais emocionantes de sua trajetória, eternizando na memória um encontro em que a cultura, o conhecimento e a humanidade se deram as mãos.
CAMAÇARI, BAHIA — 30 DE SETEMBRO DE 2026.

Existem momentos na vida que não cabem em fotografias, não se traduzem em palavras e não podem ser medidos por aplausos. São instantes que ultrapassam o tempo, atravessam a alma e encontram morada definitiva no coração.
Ontem, na UNIFAMEC, vivi um desses momentos.

Uma tarde que se transformou em noite, uma noite que se tornou memória e uma experiência que levarei comigo pelo resto da vida. Como artista plástico, jornalista e homem que acredita na força transformadora da cultura, posso afirmar: há conquistas que celebramos com as mãos, mas existem aquelas que agradecemos com toda a alma.
E ontem foi assim.

Antes de qualquer palavra, meu primeiro agradecimento é a Deus, que me sustentou nos dias difíceis e me permitiu chegar até aqui. À minha mãe, minha eterna referência de amor, força e perseverança, dedico cada passo desta caminhada. À minha curadora, Simone Cruz, por acreditar na minha arte, acompanhar meus projetos e contribuir para que meus sonhos ganhassem forma. À minha madrinha, Dra. Estelita Cristo, pelo carinho, incentivo e presença tão especial em minha trajetória.

Aos meus professores, que sempre me incentivaram a lutar pelos meus sonhos, aos colegas de profissão e aos amigos que permaneceram ao meu lado nesta árdua caminhada de artista plástico, deixo meu abraço mais sincero. Nenhuma trajetória é construída verdadeiramente sozinho. Por trás de cada obra, existe uma história; por trás de cada conquista, existem pessoas que acreditaram quando o caminho ainda parecia distante.

UM CONVITE QUE SE TRANSFORMOU EM UM ENCONTRO DE ALMAS
Tudo começou com um convite especial do coordenador jurídico, Dr. Luciano, que, de uma amizade virtual, tornou-se um amigo querido. O que poderia ser apenas uma participação em um evento transformou-se em uma experiência humana e cultural extraordinária.

A UNIFAMEC abriu suas portas para o I Encontro da Revista Tempos, um evento marcado pela revitalização e inauguração da biblioteca, rodas de conversa, palestras e encontros que colocaram a cultura em seus múltiplos aspectos no centro das atenções.

Foi uma celebração do conhecimento, da educação, da arte e da capacidade que temos de construir pontes entre diferentes gerações.
E, em meio a esse cenário tão especial, recebi a honra de apresentar meu acervo “As Faces da Ancestralidade — Raízes do Brasil: Os Povos Originários na Arte de Nilson Carvalho”, uma coleção de 13 pinturas em óleo sobre tela que hoje também ganhou as páginas de um livro.

Realizar o lançamento dessa obra na UNIFAMEC, diante de autoridades acadêmicas, professores, estudantes e convidados, foi uma emoção difícil de descrever. Cada pintura carregava não apenas cores e formas, mas também histórias, identidade, memória e o respeito profundo aos povos originários do nosso Brasil.

Naquele instante, compreendi ainda mais que a arte não pertence somente a quem a produz. Ela ganha vida quando encontra o olhar, a sensibilidade e o coração de quem a contempla.
ENCONTREI NA UNIFAMEC PESSOAS QUE ENGRANDECEM A EDUCAÇÃO E A CULTURA
Um dos maiores presentes dessa noite foi conhecer e reencontrar pessoas cuja formação, generosidade e compromisso com o conhecimento deixam marcas positivas por onde passam.

Meu reconhecimento à magnífica reitora, senhora Celene Oliveira, e à diretora institucional, Jucilene Oliveira, pela acolhida e pela importância de iniciativas que aproximam a universidade da sociedade.
Meu carinho e agradecimento à professora Vânia Mello, à professora Rejane Lisboa, a Aline Mossette, a Jadilson Ramos dos Santos Rodrigues, a Luciana da Silva Santos Sá, ao professor Washington Nunes, do curso de Pedagogia, e ao professor Edgar Castro.

Ao meu amigo escritor e historiador Diego Copque, meu patrono na Academia de Letras e Artes de Camaçari (AMCL), agradeço pela amizade e por compartilhar comigo esse momento tão significativo.
À cacique Renata Tupinambá, cuja presença também representou a importância de manter viva a memória e a valorização dos povos originários, deixo meu respeito e minha gratidão.
À Dra. Estelita Cristo, madrinha do acervo e do livro “As Faces da Ancestralidade”, meu agradecimento especial por sua presença e por fazer parte dessa história.
“A secretária Branca também se fez presente ontem, prestigiando este importante momento de cultura, arte e valorização da nossa história.”
À Verônica Ferreira e a toda sua equipe, aos convidados, visitantes, funcionários e, especialmente, aos estudantes, minha gratidão pela receptividade, pelo carinho e pela energia contagiante que deram vida ao encontro.
Aos motoristas que realizaram o transporte do acervo e dos cavaletes, meu reconhecimento. São gestos que muitas vezes acontecem longe dos holofotes, mas sem os quais momentos como esse não seriam possíveis.
E aos alunos, que deram um verdadeiro show de participação, entusiasmo e acolhimento, deixo uma mensagem: vocês são a razão pela qual precisamos continuar acreditando na educação, na cultura e na construção de um futuro com mais oportunidades.
A ARTE ME LIBERTOU — E ONTEM ME FEZ SENTIR AINDA MAIS VIVO!
A arte visual tem me proporcionado alegrias que jamais imaginei experimentar. Ao longo dessa caminhada, conheci lugares, pessoas e histórias que enriqueceram não apenas minha carreira, mas principalmente minha existência.
Entretanto, existem acontecimentos que se tornam únicos. Momentos que não se repetem da mesma maneira, porque carregam uma combinação especial de pessoas, sentimentos, sonhos e realizações.
O dia 30 de setembro de 2026 ficará eternizado em minha memória como um desses acontecimentos.
Ontem, não levei apenas pinturas à UNIFAMEC. Levei parte da minha história, das minhas raízes, das minhas lutas e dos meus sonhos. E voltei para casa carregando algo que nenhuma moldura pode guardar: o afeto de pessoas que fizeram daquele encontro uma celebração inesquecível.
Como sempre digo: “Eu não sei o que a arte me ensinou, mas sei que ela me libertou.”
E acrescento, com o coração transbordando de emoção: ontem, a arte também me presenteou com a certeza de que vale a pena continuar sonhando, criando e acreditando.
Porque uma obra de arte pode nascer no silêncio de um ateliê, mas seu verdadeiro destino é encontrar o mundo.
QUE ESTA SEJA APENAS A PRIMEIRA DE MUITAS HISTÓRIAS!
Minha gratidão à UNIFAMEC e a todos que fizeram do I Encontro da Revista Tempos uma experiência tão especial.
Que essa parceria floresça, produza excelentes frutos e continue abrindo caminhos para as futuras gerações de Camaçari, da Bahia, do Brasil e do mundo.
Que a educação continue transformando vidas, que a cultura permaneça viva nos espaços acadêmicos e que a arte jamais deixe de ser uma ponte entre as pessoas.
O dia 30 de setembro de 2026 não foi apenas uma data no calendário. Foi um capítulo de amor, reconhecimento e gratidão que ficará para sempre escrito na história da minha vida.
A todos vocês, meu muito obrigado!
Com o coração emocionado e a alma em festa,
Nilson Carvalho
Artista Plástico, Jornalista e Escritor
“A arte visual é um poema que não precisa de palavras para ser contemplado.”
REGISTRO FOTOGRÁFICO: Marcela Moitinho; GPABA & TVBahia3; e os maravilhosos alunos da UNIFAMEC.








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