🚨 TIROTEIO, MEDO E ISOLAMENTO: MORADORES PAGAM O PREÇO ENQUANTO ÔNIBUS PARAM EM LAURO DE FREITAS
- Nilson Carvalho

- 4 de abr.
- 2 min de leitura

Por: Nilson Carvalho
Papo de Artista Bahia & Tvbahia3 – A Voz da Cultura e Fiscal do Povo
“Quem se cala diante do risco, assume a responsabilidade pelo dano.”
E eu reafirmo: não nasci para ser conivente. Nasci para confrontar, despertar e libertar.
O que era para ser rotina virou medo. O que era direito virou incerteza.
Após um confronto violento que deixou quatro policiais baleados, moradores do bairro de Portão, em Lauro de Freitas, estão enfrentando mais um golpe duro: a suspensão de linhas de ônibus essenciais. As linhas 854 e 883A simplesmente deixaram de circular na região.
E a pergunta que ecoa nas ruas é:
quem está pagando essa conta?
A resposta é clara — e dolorosa: o povo.
Trabalhadores que precisam sair cedo, mães que dependem do transporte para cuidar da família, jovens que sonham com estudo e oportunidade… todos agora enfrentam um obstáculo a mais. Não é só sobre ônibus. É sobre o direito de ir e vir sendo interrompido pela violência.
Segundo informações oficiais, o confronto começou durante uma ação policial e evoluiu para uma situação extrema, com troca de tiros e até reféns. O desfecho? Suspeitos mortos, outros presos, policiais feridos — e uma comunidade inteira mergulhada no medo.
Mas vamos além da notícia:
quais são os impactos reais disso para a população?
Quando o transporte para, a vida trava.
Sem ônibus, o trabalhador atrasa — ou perde o dia.
Sem acesso, o comércio sofre.
Sem segurança, o medo domina.
E aqui está o ponto mais sensível:
até quando comunidades inteiras vão viver reféns da violência e das consequências que vêm depois dela?
Sim, o reforço policial traz sensação de segurança momentânea. Sim, ações contra o crime são necessárias. Mas é preciso ir além do confronto. O povo precisa de presença do Estado antes da tragédia, não só depois dela.
Educação, oportunidades, políticas públicas efetivas — isso também combate a violência. Ou será que vamos continuar enxugando gelo enquanto vidas são impactadas diariamente?
Como ativista social, não posso me calar:
a segurança não pode ser construída apenas com armas, mas com dignidade, acesso e respeito ao cidadão.
Porque no final, quem mais sofre não está armado…
está tentando apenas viver.
Agora eu te pergunto, olhando nos olhos da realidade:
👉 Você acha que isso está certo?
Comente. Compartilhe. Levante essa discussão.
O silêncio também mata.
Foto: Internet




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