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QUANDO O ÓDIO NASCE DENTRO DE CASA: ATÉ ONDE VAMOS CHEGAR?

Um alerta urgente sobre a crise emocional que ameaça famílias, jovens e o futuro da humanidade

 

Por: Nilson Carvalho

 

O que está acontecendo com o ser humano? Onde foi que perdemos o limite entre o diálogo e a violência extrema? A pergunta ecoa com força após um caso estarrecedor ocorrido em Nova Serrana, no interior de Minas Gerais, onde uma adolescente de apenas 17 anos tentou envenenar os próprios pais e um primo usando “chumbinho”, uma substância extremamente tóxica, após ter o namoro proibido.

 

Não se trata apenas de mais uma notícia policial. Trata-se de um grito de socorro da sociedade, um retrato cru de uma juventude adoecida emocionalmente, mergulhada em ódio, intolerância e incapaz de lidar com frustrações.

 

Segundo a Polícia Militar, a jovem confessou ter colocado o veneno nas marmitas preparadas pela mãe. O plano só não terminou em tragédia porque uma das vítimas percebeu algo estranho na comida e alertou os demais. Ainda assim, o primo precisou de atendimento médico e segue em observação. O motivo? Raiva. Revolta. Falta de escuta. Falta de limites. Falta de humanidade.

 

 O PROBLEMA É MAIOR DO QUE PARECE

 

Esse caso expõe uma realidade alarmante: famílias estão perdendo o diálogo, pais e filhos estão se tornando inimigos dentro do mesmo lar, e muitos jovens estão reagindo à frustração com violência extrema. A chamada “vibe agora é matar” não surge do nada. Ela é fruto de uma combinação perigosa de abandono emocional, banalização da violência, consumo excessivo de conteúdos tóxicos, ausência de valores, falência da educação emocional e enfraquecimento dos vínculos familiares e comunitários.

 

Estamos criando uma geração que não sabe ouvir “não”, que confunde limite com opressão e que reage com ódio ao invés de reflexão. Isso não é liberdade — é colapso social.

 

 QUEM FALHOU? TODOS NÓS

 

A família falha quando não dialoga.

A escola falha quando ensina conteúdos, mas ignora sentimentos.

O Estado falha quando só aparece depois da tragédia.

A sociedade falha quando normaliza a violência e se cala.

 

Se nada for feito, não é exagero dizer que estamos caminhando para uma autodestruição coletiva. Não é o apocalipse bíblico, é o apocalipse humano, onde o amor esfria, o respeito morre e o ódio governa.

 

 O QUE PRECISA SER FEITO URGENTEMENTE

 

✔️ Resgatar o diálogo dentro de casa

✔️ Fortalecer a educação emocional nas escolas

✔️ Investir em saúde mental para jovens e famílias

✔️ Revalorizar princípios como respeito, empatia e responsabilidade

✔️ Parar de tratar tragédias como “casos isolados”

 

Não podemos continuar anestesiados. Cada silêncio, cada omissão, cada “isso não é problema meu” ajuda a alimentar o monstro que estamos criando.

 

 Ou despertamos agora, ou colheremos consequências ainda mais trágicas amanhã.

 

E você, o que pensa sobre isso? Onde erramos como sociedade?

 Comente, compartilhe e levante essa discussão.


📢 O silêncio também mata.

 

Foto: Internet


1 comentário


José Carlos Gomes de lima
há 12 horas

Infelizmente, não sei se propositalmente ou por causa de muitas quimicas nos alimentos, só sei que as crianças ja nascem autoritárias e os pais com medo da "justiça" que só punem os certos e deixa os tortos sem punição, acabam alimentando o que de mais ruim nace com a criança, pois os pais estão incumbidos de educar, mas com tantas ongs defendendo os errados, o que os pais falam entra por um ouvido e sai pelo outro.

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