🖤 MORRE ZUENIR VENTURA, O MESTRE QUE TRANSFORMOU O JORNALISMO EM MEMÓRIA DO BRASIL


Aos 95 anos, jornalista e escritor deixa uma trajetória de mais de seis décadas e uma obra que ajudou gerações a compreender o país
O jornalismo brasileiro está de luto. Zuenir Ventura morreu aos 95 anos, na terça-feira, 22 de setembro de 2026, em sua casa, no Rio de Janeiro, em decorrência de uma pneumonia. A informação foi confirmada pela Academia Brasileira de Letras (ABL).
Mais do que um jornalista, Zuenir foi repórter, escritor, cronista, editor e testemunha de momentos fundamentais da história brasileira. Sua carreira começou em 1956 e atravessou mais de seis décadas, com passagens por importantes veículos da imprensa nacional.
✍️ UMA VIDA CONTANDO A HISTÓRIA DE UM PAÍS
Entre suas obras mais conhecidas estão “1968 — O ano que não terminou”, “Cidade partida” e “Chico Mendes — Crime e Castigo”. Seus livros transformaram grandes reportagens em registros que permanecem como referência para compreender diferentes períodos e problemas da sociedade brasileira.
Em 2014, Zuenir foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, ocupando a Cadeira 32, na sucessão de Ariano Suassuna.
A ABL se despediu do jornalista chamando-o de “Mestre Zu”. Durante o velório, realizado na própria Academia, familiares, amigos, jornalistas e admiradores prestaram suas últimas homenagens.
🕯️ FICA O LEGADO
A partida de Zuenir Ventura encerra uma trajetória, mas não apaga aquilo que ele construiu: textos, livros, reportagens e uma forma de fazer jornalismo que alcançou diferentes gerações.
Porque jornalistas passam, jornais mudam e o tempo avança. Mas aquilo que é escrito para ajudar uma sociedade a compreender sua própria história pode permanecer por décadas.
💭 PARA REFLETIR E COMPARTILHAR
“A morte encerra uma vida, mas não consegue apagar uma história. Quando um jornalista transforma seu trabalho em memória, sua voz continua falando mesmo depois do silêncio.”
Papo de Artista Bahia & TVBahia3 — A Voz da Cultura e Fiscal do Povo.
Por: Nilson Carvalho.





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