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🚨 JUSTIÇA SOCIAL OU PRESSÃO POPULAR? CUIABÁ APROVA ISENÇÃO DE IPTU PARA QUEM MORA NA LAMA — E ESSA LEI PRECISA VIRAR REGRA NO BRASIL!

Papo de Artista Bahia – A Voz da Cultura e Fiscal do Povo

Por: Nilson Carvalho

 

Quando o povo paga imposto e continua pisando na lama, alguma coisa está errada.

 

A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou por unanimidade a isenção de IPTU para moradores de casas localizadas em ruas sem qualquer tipo de pavimentação. Mais de 19 mil imóveis devem ser beneficiados. E o melhor: a isenção será automática.

 

A medida agora segue para sanção do prefeito Abilio Brunini.

 

Mas vamos falar de forma clara, como o povo entende:

 

Se você mora em rua de terra, convive com poeira no verão e lama no inverno, não tem o mesmo acesso a infraestrutura que quem vive em bairro asfaltado. Então por que pagar o mesmo imposto?

 

Essa decisão reconhece uma verdade que muitos gestores fingem não ver: imposto precisa vir acompanhado de serviço.

 

O QUE MUDA NA PRÁTICA?

 

✔️ Casas exclusivamente residenciais

✔️ Até 600m² de área

✔️ Localizadas em vias sem asfalto, paralelepípedo ou bloquete

✔️ Isenção automática

 

Segundo a prefeitura, cerca de R$ 120 milhões foram assegurados para ampliar a malha asfáltica este ano. Ou seja: além da isenção, há promessa de investimento em infraestrutura.

 

MAS VAMOS REFLETIR…

 

Essa lei traz um benefício direto ao bolso do trabalhador. Alivia quem já sofre com a falta de estrutura básica. É um passo em direção à justiça fiscal.

 

Porém, também levanta um alerta:

 

Será que a isenção vira solução definitiva ou é apenas um paliativo até que o asfalto chegue?

O município vai compensar essa arrecadação com mais eficiência ou vai repassar a conta para outro setor da população?

 

A grande verdade é que essa medida expõe uma desigualdade histórica: bairros esquecidos pagavam como se fossem bairros estruturados.

 

E aqui vai o ponto central:

 

Essa lei precisava ser aplicada em todo o Brasil.

 

Quantas cidades ainda cobram IPTU cheio de quem vive em rua de barro?

Quantas famílias seguem pagando caro por um serviço que nunca chegou?

 

Quando o poder público reconhece a injustiça, isso fortalece a cidadania. Mas quando ignora, alimenta a revolta silenciosa.

 

O povo não quer privilégio. Quer coerência.

 

E você, o que acha?

 

Essa decisão é justiça social ou obrigação tardia do Estado?

 

💬 Comente, compartilhe e levante essa discussão. Você acha que isso está certo? O silêncio também mata.

 

Papo de Artista Bahia – A Voz da Cultura e Fiscal do Povo.


Foto: Internet


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