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🚨 FIM DE UMA ERA NA PITUBA: FECHAMENTO DA PERINI ABALA FAMÍLIAS, FUNCIONÁRIOS E A MEMÓRIA AFETIVA DE SALVADOR!

Quantos empregos foram perdidos? Quem paga essa conta? E outras empresas tradicionais correm o mesmo risco?

 

Por: Nilson Carvalho

Papo de Artista Bahia & Tvbahia3 – A Voz da Cultura e Fiscal do Povo

 

O que era tradição virou silêncio. O que era ponto de encontro virou portas fechadas.

 

A unidade da Perini Pituba encerra suas atividades neste sábado (28), marcando o declínio de um dos nomes mais emblemáticos da gastronomia baiana. A notícia não representa apenas o fechamento de uma loja. Representa o impacto direto na vida de trabalhadores, fornecedores e famílias inteiras.

 

O desabafo de André Faro, filho do fundador Pepe Faro, expôs a dor por trás da decisão que, segundo ele, foi estratégica, mas profundamente dolorosa.

 

💔 Quando o negócio sai das mãos de quem construiu

 

Há cerca de 15 anos, a família vendeu a marca para a multinacional chilena Cencosud. A proposta era considerada irrecusável. Era o auge. Mas também foi o início de uma transformação.

 

Segundo André, o modelo de gestão mudou drasticamente. A essência da marca, construída com cuidado familiar e atendimento próximo, foi substituída por uma administração corporativa distante.

 

E aqui está o ponto que precisa ser debatido:

Quando empresas tradicionais passam para grandes grupos internacionais, o que acontece com a identidade local?

O lucro fala mais alto que a cultura e o vínculo com a comunidade?

 

👥 E os trabalhadores?

 

Quantas famílias ficaram desempregadas com esse fechamento?

Quantos pais e mães de família dependiam daquele salário no fim do mês?

Quantos fornecedores locais perdem mais um cliente forte?

 

Essas perguntas precisam ecoar.

 

Porque por trás de cada CNPJ existem pessoas.

Por trás de cada porta fechada, existe um trabalhador preocupado com as contas.

 

📉 Estratégia ou alerta vermelho?

 

A venda foi uma decisão empresarial legítima. Ninguém pode negar isso. Negócios crescem, mudam, se transformam. Mas o caso da Perini acende um alerta:

 

Será que estamos assistindo à perda gradual de marcas tradicionais da Bahia para grandes conglomerados?

Outras empresas locais podem seguir o mesmo caminho?

 

A globalização traz investimento, mas também pode apagar histórias.

 

🏙️ O impacto para Salvador

 

A Perini da Pituba não era apenas um supermercado gourmet. Era ponto de encontro, memória afetiva, símbolo de um tempo em que o comércio tinha rosto, nome e história.

 

O imóvel continua pertencendo à família Faro. Mas a marca, a essência e o modelo mudaram.

 

E o povo sente.

 

Porque quando uma empresa tradicional fecha, não é só o caixa que para. É um pedaço da cidade que se cala.

 

⚖️ O que aprendemos com isso?

 

Empresas precisam de sustentabilidade financeira. Mas também precisam de identidade, gestão responsável e compromisso com a comunidade.

 

O fechamento pode ser visto como consequência natural de mercado.

Mas também pode ser interpretado como um sinal de que algo não foi preservado.

 

O povo precisa entender essas decisões. Precisa acompanhar. Precisa questionar.

 

Porque hoje é a Perini.

Amanhã pode ser outra marca histórica da nossa terra.

 

E quando percebemos, já perdemos parte da nossa identidade econômica.

 

📢 Agora a pergunta é direta:

 

Quantas famílias ficaram desempregadas?

Outras empresas podem passar pelo mesmo?

Você acha que isso está certo?

 

Comente. Compartilhe. Levante essa discussão.

O silêncio também mata.

Foto: Internet


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