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🚨 Falso Sequestro, Motel e Mentira: Até Onde Vai a Capacidade Humana de Enganar?

Papo de Artista Bahia – A Voz da Cultura e Fiscal do Povo

Por: Nilson Carvalho

 

O que o ser humano é capaz de fazer? Misericórdia…

 

O que parecia um drama de vida ou morte terminou em vergonha pública e possível crime. Um homem de 41 anos simulou o próprio sequestro para arrancar R$ 450 da família. Disse à esposa que estava em “cárcere privado”, ameaçado por traficantes, e que poderia pagar a dívida “com a vida”.

 

Pediu, inclusive, que ela cuidasse das filhas. Desespero. Choro. Correria até a delegacia.

 

Mas a verdade era outra.

 

O suposto cativeiro, em Águas Lindas de Goiás, era, na realidade, um quarto de motel. O homem foi encontrado pela polícia acompanhado de outra mulher, enquanto a esposa e a mãe dele buscavam ajuda na delegacia, acreditando que ele estava prestes a morrer.

 

🎭 Da mentira ao crime

 

Morador de Brazlândia, ele enviou mensagens dramáticas, áudios e detalhes suficientes para convencer a família de que estava sob ameaça. O caso mobilizou a Polícia Civil do Distrito Federal e contou com apoio da Polícia Civil de Goiás.

 

Após diligências, descobriu-se que não havia sequestro algum.

 

Agora, ele pode responder por falsa comunicação de crime e tentativa de estelionato.

 

💔 O dano invisível

 

Muitos podem tratar como “caso curioso” ou “escândalo de traição”. Mas o problema é mais profundo.

 

Quando alguém inventa um crime:

 

Mobiliza viaturas e agentes que poderiam estar atendendo ocorrências reais.

 

Gera pânico psicológico na família.

 

Descredibiliza vítimas verdadeiras.

 

Sobrecarrega o sistema de segurança pública.

 

Por R$ 450, criou-se um teatro que custou tempo, dinheiro público e lágrimas de uma família inteira.

 

🧠 Reflexão que precisa ser feita

 

Vivemos tempos em que a mentira virou ferramenta fácil para fugir de responsabilidades. Mas cada ato tem consequência.

 

O Estado precisa agir. A lei existe para proteger a sociedade de abusos, inclusive emocionais.

 

Porque quando alguém brinca com a própria “morte”, banaliza o sofrimento de quem realmente está em risco.

 

E mais uma vez a pergunta ecoa:

o que estamos nos tornando como sociedade?

 

👉 Você acha que isso está certo?


Comente, compartilhe e levante essa discussão.

O silêncio também mata.

 

Foto: Internet


 
 
 

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