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Colunista: Marcos Paulo Souza Sampaio - O Voto, a eleição e o eleitor.

Camaçari se destacar por ser um município de um acirramento político muito forte, histórico e que tem dois lados pulsantes, os azuis e os vermelhos.

 

Em que pese às questões ideológicas partidárias, às margens destes extremos, temos outras cores que se encostam às vezes no azul, às vezes no vermelho, e por vezes nas duas, são os partidos de menor impacto político (ou sem coragem de ser uma terceira via) muitas vezes mais preocupados em não perder o pedaço do reino, do que de fato ser amigo do Rei. Quem vai condená-los?

 

Nesta disputa de poderes e siglas, e por que não dizer cores, fica o povo, que Graças a Deus vem amadurecendo seu voto.

 

Já se era o tempo que o povo pegava o ônibus “pela cor”, hoje grande parte anda de “UBER”, estão ligados na era digital e tem o mundo na palma das mãos.

 

Não menos importante, na política como um todo, o candidato não deve esquecer, que embora com o mundo na mão, o povo gosta mesmo é do contato físico, do contato olho no olho, do aperto de mão firme. Alguns candidatos já praticam esta técnica, por isso se mantém no jogo.

 

Neste cenário, não podemos nos esquecer da última eleição para prefeito e vereador, uma eleição inédita, a primeira que poderia ocorrer o segundo turno, como de fato ocorreu. A apuração foi tensa, todos achavam que a decisão era certa no primeiro turno, mas... não foi.

 

A diferença foi de 539 votos, e como esperado por alguns,  a eleição foi para o 2° turno e foi  neste momento começou a “Guerra” pelos votos necessários para a vitória.

 

Nesta “brincadeira” de meu e seu, nomes como Junior Borges, Dílson Magalhães, Oswaldinho, Tuta, Ivandel, líderes fortes que somados tinham mais de 8.000 mil votos confirmados nas urnas no primeiro turno, escolheram o vermelho.

Já alguns poucos “líderes” sem expressão, pelo menos de votos, escolheram o azul.

O que se viu, é que mesmo com a expectativa de mais de 8.000 mil votos de frente, os vermelhos ganharam com apenas 2.902 votos, embora perdendo, os azuis tiveram 357 votos a mais do que no primeiro turno, ou seja,  levaram-se os liderem, mas não todos os liderados para o lado vitorioso.

 

O que se aprendeu naquela temporada desta série “Eleições de Camaçari” com prazo indeterminado para acabar é que a eleição se define na urna e independente da “força” política que se tem uma “liderança”, voto mesmo, ele só tem o dele.

 

Com isso, os políticos devem entender que independentemente da cor que o eleitor usou, cada eleitor é um voto em potencial a ser conquistado e desmerecer ou acreditar que não depende deste voto,. pode ser um passo para a derrota

 

Independente de “oposição” ou “situação”, os políticos, devem começar a acreditar que o eleitor é o portador do voto que define a eleição e independente da cor da camisa que o eleitor veste, o voto é secreto, por isso tratar bem todos, é um princípio que todos os políticos deveriam começar a valorizar mais.

 

Colunista: Marcos Paulo Souza Sampaio

Advogado e Servidor Público.

Apaixonado por Camaçari.


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Convidado:
25 de fev.

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