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🚨 BAHIA PEDE SOCORRO: INFLUENCIADOR É EXECUTADO EM PLENA RUA E O POVO QUESTIONA — ATÉ QUANDO VIVEREMOS SEM SEGURANÇA?

Por: Nilson Carvalho

Papo de Artista Bahia – A Voz da Cultura e Fiscal do Povo

 

A noite de segunda-feira foi marcada por mais um capítulo doloroso da violência que assombra a Bahia. O influenciador digital Moisés Trindade Barbosa Ferreira, de 33 anos, foi executado a tiros no bairro da Calçada, em Salvador.

 

Dois homens armados. Vários disparos. Via pública.

Mais uma vida interrompida.

Mais uma família destruída.

 

Moisés se apresentava nas redes como “influenciador comunitário”. Produzia vídeos com humor, falava do cotidiano da comunidade, interagia com moradores e havia inaugurado um bar recentemente — um sonho em construção. Sonho que agora virou luto.

 

A Polícia Militar da Bahia informou que agentes da 16ª CIPM foram acionados, mas ao chegarem ao local a vítima já não resistia. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil da Bahia, por meio da 3ª Delegacia de Homicídios. Até o momento, ninguém foi preso.

 

E é aqui que a dor se transforma em indignação.

 

A pergunta que ecoa nas ruas, nas redes e nas casas simples da periferia é direta:

até quando viveremos reféns do medo?

 

A Bahia registra números alarmantes de violência. Não é apenas estatística. São pais, filhos, trabalhadores, empreendedores, jovens cheios de planos. Quando a violência vira rotina, a sociedade adoece.

 

É preciso explicar de forma clara: segurança pública não é apenas viatura na rua. É inteligência policial, investigação eficaz, políticas sociais, oportunidades para juventude, combate ao crime organizado e presença constante do Estado nas comunidades. Quando essas engrenagens falham, quem paga é o povo.

 

A morte de Moisés não é um caso isolado. É reflexo de um problema estrutural que precisa ser enfrentado com seriedade e urgência. Porque quando um influenciador comunitário é morto em plena via pública, a mensagem que fica é de vulnerabilidade coletiva.

 

Quem empreende sente medo.

Quem trabalha à noite sente medo.

Quem sai de casa sem saber se volta sente medo.

 

E uma sociedade que vive com medo não vive plenamente — apenas sobrevive.

 

Não se trata de politizar a dor. Trata-se de humanizar o debate. A segurança pública pode gerar benefícios reais quando há investimento, planejamento e responsabilidade. Pode salvar vidas. Pode devolver a confiança. Pode permitir que sonhos continuem.

 

Mas quando falha, deixa um rastro de luto.

 

A pergunta que o povo quer saber é simples e dolorosa:

Você acha que isso está certo?

 

Comente. Compartilhe. Levante essa discussão.

O silêncio também mata.

 

Foto: Internet


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