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AOS 75 ANOS, MORADOR DE AREMBEPE TRANSFORMA PAIXÃO PELA FOTOGRAFIA EM LEGADO DE MEMÓRIA, ARTE E AMOR PELA NATUREZA




Ex-bancário trocou a rotina dos números pela sensibilidade das lentes e construiu um dos mais valiosos registros fotográficos de Arembepe. A história de Vavá inspira gerações e prova que nunca é tarde para recomeçar.

 

Por: Nilson Carvalho | Papo de Artista Bahia & TvBahia3

 


Em um mundo cada vez mais acelerado, onde as pessoas parecem correr contra o tempo, a história de Edvar de Oliveira Castilho, carinhosamente conhecido como Vavá, surge como um convite à reflexão sobre propósito, felicidade e qualidade de vida.

 


Nascido em 21 de julho de 1950, Vavá dedicou grande parte de sua vida ao setor bancário, carreira que encerrou em 1998 após anos de trabalho. O que muitos não imaginavam é que a aposentadoria não seria o fim de uma trajetória, mas o início de um dos capítulos mais bonitos de sua história.

 


Em 2006, ele tomou uma decisão que mudaria sua vida para sempre: escolheu Arembepe como lar.

 



E foi ali, entre praias, coqueirais, pôr do sol e paisagens encantadoras, que encontrou uma nova missão.

 

QUANDO A PAIXÃO VIRA PROPÓSITO


 

O que começou como um simples hobby logo se transformou em uma verdadeira declaração de amor à natureza e à cultura local.

 


Com sua câmera nas mãos e um olhar atento aos detalhes, Vavá passou a registrar aquilo que muitas vezes passa despercebido pela correria do dia a dia.

 

O brilho do amanhecer.

 



As cores do entardecer.

A força do mar.

A beleza das paisagens.

Os rostos e as histórias de um povo.

 

Ao longo dos anos, construiu um dos mais importantes acervos fotográficos informais da região, reunindo imagens que ajudam a preservar a memória afetiva e cultural de Arembepe.

 


A FOTOGRAFIA QUE CONGELA O TEMPO

 

Enquanto muitos utilizam as redes sociais apenas para registrar momentos passageiros, Vavá transformou a fotografia em uma ferramenta de preservação histórica.

 

Suas imagens não mostram apenas cenários.

 


Mostram sentimentos.

Contam histórias.

Guardam lembranças.

 

E revelam a beleza de uma Arembepe que muitas vezes passa despercebida até mesmo por quem vive nela.

 

Em cada clique existe um olhar sensível sobre a vida.

 

Em cada fotografia existe uma memória protegida da ação implacável do tempo.

 

UM EXEMPLO DE QUE NUNCA É TARDE PARA RECOMEÇAR

 



A história de Vavá também carrega uma poderosa lição para quem acredita que os sonhos possuem prazo de validade.

 

Aos 75 anos, ele demonstra que a idade não é barreira para aprender, criar, produzir e inspirar.

 


Em uma sociedade que frequentemente valoriza apenas a juventude, exemplos como o dele mostram que experiência, sensibilidade e dedicação continuam sendo patrimônios preciosos.

 


"Hoje, com 75 anos, sinto-me muito satisfeito por ter vivido esses 20 anos em Arembepe e também pela escolha da fotografia", afirma Vavá, com a serenidade de quem encontrou felicidade naquilo que ama fazer.

 


UM LEGADO QUE VAI ALÉM DAS IMAGENS

 

Mais do que fotografias, Vavá deixa um legado.

 

Um legado de amor pela arte.

De valorização da natureza.

De preservação da memória.

 


E de inspiração para aqueles que acreditam que ainda há tempo para descobrir novos caminhos.

 

Sua trajetória mostra que algumas das mais belas histórias da vida não começam na juventude.

 


Elas começam quando temos coragem de ouvir o coração.

 

"A fotografia registra imagens. Mas algumas pessoas registram emoções. Vavá fez das lentes uma ponte entre a memória e a eternidade."

 


💬 Você conhece alguém que encontrou um novo propósito depois da aposentadoria?

 


📲 Comente, compartilhe e marque essa pessoa. Histórias inspiradoras merecem ser celebradas.

 


Por Papo de Artista Bahia & TvBahia3 – A Voz da Cultura e Fiscal do Povo.

 


Entrevista concedida ao jornalista Nilson Carvalho.

Fotos e vídeo: Jornalista Nilson Carvalho  

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