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🚨 ALAMEDA DO RIO GRITA POR SOCORRO: CRIANÇAS IMPEDIDAS DE ESTUDAR E COMUNIDADE ABANDONADA

 Por: Nilson Carvalho

Papo de Artista Bahia & Tvbahia3 – A Voz da Cultura e Fiscal do Povo

 

A realidade na Alameda do Rio escancara uma dor que não pode mais ser ignorada. Em pleno século XXI, moradores vivem uma situação que deveria ter ficado no passado: o direito básico à educação está sendo barrado… pela lama, pelo descaso e pela falta de ação.

 

O relato da comunidade é revoltante. O ônibus escolar até tenta subir para buscar os alunos, mas não consegue. As marcas dos pneus no chão contam uma história silenciosa — a de um sistema que falha com quem mais precisa. Resultado? Crianças deixando de ir à escola, sonhos sendo interrompidos e o futuro sendo empurrado para trás.

 

E não para por aí. O acesso ao Centro de Cultura e Biblioteca Comunitária Paulo Aurélio Venturoli – APTI também está comprometido. Um espaço que deveria ser ponte para o conhecimento e transformação social está, na prática, inacessível para muitos. É como fechar portas justamente para quem mais precisa delas abertas.

 

A moradora dona Rebeca desabafa com indignação e dor:

“Cadê o direito dos alunos? Cadê o direito de ir pra escola? Eles têm que andar quilômetros todos os dias!”

 

A pergunta ecoa — e exige resposta.

 

Sob o olhar de quem luta pelo povo, a situação da Alameda do Rio vai muito além de infraestrutura. Estamos falando de dignidade. Quando uma criança não consegue chegar à escola, não é só um dia perdido — é uma oportunidade a menos, um sonho adiado, um ciclo de desigualdade que se perpetua.

 

Se houver ação imediata, os benefícios são claros: acesso garantido à educação, fortalecimento da cultura local, inclusão social e esperança renovada para toda a comunidade. Mas se nada for feito, o prejuízo é coletivo — e profundo.

 


🚨 Assista ao vídeo e veja com seus próprios olhos: existe alguma condição de um carro subir essa ladeira? E as crianças, como vão chegar à escola? Lamentável.



Não se trata de favor. É direito. É dever. É urgência.

 

“Quem se cala diante do risco, assume a responsabilidade pelo dano.”

Eu não nasci para ser conivente.

Nasci para confrontar, para despertar, para libertar.

 

Agora eu te pergunto: você acha isso justo?

 

💬 Comente. Compartilhe. Levante essa discussão.

Porque o silêncio também mata.

 

Foto / vídeo: Dona Rebeca Moradora da comunidade  


1 comentário


Convidado:
16 de abr.

Isso é um crime com os alunos tirando o direito de estudar!

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